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Bem-Vindo A kimura Nova União!
2012 World MMA Light Heavyweight Scouting Report: #2 - Phelipe Lins
Nós estamos nos aproximando do melhor que a reserva do meio pesados tem a oferecer, e naturalmente o Brasil é outra vez nosso destino. Desta vez, no entanto, nós vamos nos focar exatamente no que dizem fãs casuais. Em 2º na "2012 World MMA Light Heavyweight Scouting Report", o rápido brasileiro Phelipe "Monstro" Lins (5-0) clama por seu segundo lugar trazendo uma empolgante marca de pugilismo que certamente deixarão os fans comentando.
O gigante de 6'3" recentemente retornou para o esporte em julho, despachando Daniel Alexandre em quatro minutos e quarenta segundos no Rockstrike MMA 1. Ele registrou anteriormente quatro vitórias seguidas em 2005 e 2006, antes de deixar o esporte por cinco anos. Enquanto a causa de seu longo afastamento é desconhecida, não é incomum ver lacunas no emprego devido à falta de fundos.
Antes deste infeliz hiato, Lins vinha de uma sequência positiva, vencendo sólidos veteranos durante seus primeiros passos no esporte. A estrutura gigantesca de Lins e seu longo alcance o ajudaram em seu sucesso, mas as proezas de seus socos são seu maior patrimônio. Rápido e poderoso, Lins trabalha à distância com ferocidade, bombardeando adversários com combinações vivazes e chutes contundentes.
Defensivamente, Lins precisa de alguns ajustes menores. Ele deixa seu queixo constantemente exposto em trocações. Enquanto isto não é uma grande preocupação agora porque seus oponentes não podem alcançá-lo ou contra-atacar enquanto estão sendo bombardeados, melhores trocadores e lutadores maiores podem achar seu queixo e ameaçar sua invencibilidade.
Lins tem o talento para se tornar um legítimo lutador de alto-escalão dos meio-pesados. Ele atinge como um trem desgovernado, joga combinações vivazes e polidas, e possui uma defesa sólida para quedas. Nós temos, no entanto, ouvido relatos de que ele não é tão dedicado como poderia ser na academia. Isto terá que mudar adiante. Se ele for capaz de melhorar a respeito de sua faixa azul no brazilian jiu-jitsu e se tornar mais consistente na academia, não há nenhuma razão para que ele não encontre um grande sucesso. Eu antecipo Lins encontrando seu caminho no The Ultimate Fight Brazil ou assinando diretamente um contrato em 2012.
Fonte:Bloodyelbow.com
Sem luta no MMA, Formiga mira Mundial Pro
 O faixa-preta Jussier Formiga estava treinando para sua volta ao Tachi Palace, evento de MMA já tradicional na Califórnia, mas o adiamento de sua luta, inicialmente prevista para março, o forçou a mudar de planos. “Estou treinando para lutar (na seletiva) de Gramado para o Abu Dhabi Pro, já que a minha luta no Tachi não vai mais acontecer em março”, revelou o peso mosca em seu Twitter. “Estou louco para voltar à jaula o mais rápido possível... Espero que surja algo em breve”.
Fonte: Tatame
Jair Lourenço feliz com as filiais europeias
Líder de uma das maiores equipes do nordeste brasileiro, Jair Lourenço embarcou para a Suíça para conferir e dar uma força no trabalho desenvolvido por seu pupilo, Robson Dantas. Como conta Dantas, em 2008 o professor o confiou a missão de disseminar o trabalho da Kimura Nova União pela Europa, e hoje o continente já conta com cinco filiais.
“De lá pra cá venho fazendo esse trabalho, que graças a Deus vem dando um ótimo resultado. Já estamos colhendo alguns frutos, pois já fomos campeões do Open Suisse e do Europeu da CBJJE, e, pela primeira vez nos campeonatos europeus, a Nova União subiu no pódio por equipe ano passado”, lembra Robson, apoiado pelo mestre.
“Acredito que nossa equipe está em ótimas mãos aqui na Suíça e tenho certeza de que o Jiu-Jitsu vai ficar cada vez mais popular por aqui”, avalia Jair, lembrando dos outros “excelentes professores que estão à frente de quatro academias: Arlisson “Kiki” Mello e Claude, que tomam conta de todos os atletas de Basel, que já é na divisa com a Alemanha e das academias de Friburgo e de Genebra, Robson Dantas e João Wilson”.
Na Alemanha, Jair Lourenço encerra sua temporada de seminários, mas já segue com o embalo da filial suíça, que, na opinião de Robson, tem grandes chances esse ano.
“Nesses quatro anos de Europa, muitos alunos entraram na Kimura e boa parte deles está conosco até hoje! Estou muito feliz com nossa equipeque hoje é formada de verdadeiros kimurenses, como somos no Brasil: uma família. Este ano a Nova União está indo em peso para o Europeu da CBJJ. Esperamos um resultado ainda melhor do que do ano passado”, conclui.
Fonte: Tatame
Jussier “Formiga” é citado por site como o 2º mais temido do mundo na categoria dos Moscas
 
O atleta de MMA potiguar, Jussier “Formiga” da Silva, recebeu uma boa notícia vinda de longe. O site mais respeitado do mundo especializado em artes marciais, Sherdog, publicou uma lista após a realização do UFC 142, no último dia 14 de janeiro, e colocou o esportista como o 2º mais temido do mundo na divisão dos moscas. A categoria abriga lutadores até 57 quilos.
Jussier Formiga tem um cartel de 13 lutas e apenas uma derrota para o Ian McCall, que encabeça a lista. No entanto, o atleta da Kimura/Nova União está à frente de lutadores respeitados como Mamoru Yamaguchi, um dos atletas mais experientes do mundo, Darrell Montague, Shinichi "B.J." Kojima, ex-campeão da edição japonesa do Shooto, Alexandre Pantoja e Dustin Ortiz.
A lista do site americano Sherdog é baseada nos resultados das últimas lutas dos atletas da divisão. Vale lembrar que Formiga é o atual campeão do Shooto Brasil, defendeu o título contra Michael Willian e, em dezembro, anotou sua mais recente vitória contra Rodrigo “Índio” Santos, ao finalizar o oponente ainda no 1º round, no Fort MMA, realizado em Natal (RN).
Sobre o resultado da lista, Formiga revelou que “não esperava que estivesse no ranking. Isso vem com uma sobrecarga a mais. Fico lisonjeado com uma classificação do site, mas com certeza vou ficar com os pés no chão e manter meu trabalho. Acho que isso tudo é resultado das boas lutas que fiz e de vitórias ao longo da minha carreira contra lutadores realmente bons”, falou.
Formiga comentou ainda sobre a única derrota que tem na carreira, justamente para Ian McCall, primeiro do ranking. Para ele, o revés serviu para dar mais foco na bem sucedida carreira dentro dos ringues e octógonos.
“Sempre pensamos em fazer uma carreira só de vitórias, mas às vezes acontecem alguns contratempos e temos que estar preparados e com a cabeça boa para aprender a perder e ganhar. Depois que experimentei a derrota, não desejo sentir de novo a sensação. Isso é coisa de luta, é impossível não perder, porém a cabeça muda e isso te faz crescer. Por mais negativo que seja, isso é um combustível a mais na carreira”, disse.
Jair Lourenço ministra seminários em quatro cidades da Suíça
 
O mestre Jair Lourenço, responsável pela descoberta de grandes nomes do jiu-jitsu e MMA do Rio Grande do Norte por meio do trabalho desenvolvido na Kimura/Nova União, ministra neste mês de janeiro seminários na Suíça para difundir e fortalecer o esporte além das fronteiras tupiniquins. Direto da Suíça, Lourenço concedeu entrevista exclusiva ao blog Nocaute e falou um pouco sobre o crescimento do jiu-jitsu na Europa.
Blog Nocaute: Qual o motivo de viagem à Suíça? Foi descansar?
Jair Lourenço: Trabalho (risos). Vim ministrar alguns seminários e treinar com alunos do Robinho e João Wilson e do Kiki e Claude, com o intuito de ajudar a desenvolver ainda mais a Kimura/Nova União Jiu-Jitsu aqui na Europa. Na realidade, aqui já está bem desenvolvido, mas vem crescendo a cada dia graças ao bom trabalho que vem sendo feito pelos professores e alunos da nossa equipe.
Blog Nocaute: Os seminário nas Europa são frequentes ou o número está crescendo ultimamente?
Jair Lourenço: O último seminário que ministrei aqui foi em 2009, mas como crescimento da equipe acho que vamos fazer esse trabalho todos os anos e mandar também outros faixas pretas da nossa equipe de Natal para fazer o intercâmbio. Isso dará oportunidade a outros professores de conhecerem outros países e contribuir para o desenvolvimento da nossa equipe.
Blog Nocaute: Quantos alunos participarão dos seminários?
Jair Lourenço: Temos cinco filiais aqui na Europa, então acredito que em torno de 100 alunos participarão do nosso seminário.
Blog Nocaute: Como surgiu o convite para ministrar os seminários?
Jair Lourenço: Surgiu através dos meus alunos faixas pretas Arlisson “Kiki” Melo e Robson Dantas “Robinho”, que são os responsáveis pela nossa equipe aqui na Europa.
Blog Nocaute: Como você avalia o nível do campeonato europeu de jiu-jitsu?
Jair Lourenço: Acredito que o nível está cada ano mais alto. Ano passado, foram mais de dois mil atletas, e esse ano esperamos que passem dos três mil inscritos na competição.
Blog Nocaute: Em quais cidades serão ministrados os seminários?
Jair Lourenço: Na realidade, serão realizados em quatro cidades diferentes. Basel, La Chaux-de-Fonds, Friburgo e Genebra.
Barão e Ronny Markes falam do desejo de lutar no Brasil após vitória de Aldo
 A Nova União é conhecida como a melhor equipe de pesos leves do mundo, isso porque conta com atletas vários atletas bons no UFC e no Bellator. Um deles e José Aldo, que nocauteou Chad Mendes no último fim de semana e continuou como o dono do cinturão dos penas do UFC. O PVT conversou com Renan Barão e Ronny Markes, companheiros de time de josé Aldo, logo após o evento. Eles têm o desejo de poder lutar no Brasil e terem seus nomes gritados pela torcida.
Renan Barão tem luta marcada para o dia 4 de fevereiro contra Scott Jorgensen, no UFC 143, e mais uma vitória pode significar o title-shot para o brasileiro. Barão tem um quase irretocável cartel de 27 vitórias e apenas uma derrota, e venceu 13 por finalização.
Ronny Markes luta no dia 15 de fevereiro, contra Aaron Simpson, e busca sua segunda vitória seguida no UFC, já que em sua estreia derrotou Karlos Vemola na decisão unânime. Assim como Renan Barão, Ronny Markes tem apenas uma derrota em seu cartel, que conta com 12 vitórias, sendo 5 por nocautes e 4 por finalizações.
Confira abaixo o vídeo gravado momentos após a conquista de José Aldo no UFC 142.
Link
Fonte: PVT
Leia a entrevista exclusiva de Jussier Formiga ao blog Nocaute
 Jussier “Formiga” da Silva é considerado um dos melhores lutadores de MMA do mundo na categoria flyweight (peso mosca). Ao longo de seis anos dedicados ao universo do Mixed Martial Arts, o potiguar conquistou importantes vitórias contra alguns dos melhores lutadores do Brasil, Estados Unidos e Japão. Em entrevista exclusiva ao blog Nocaute, Formiga falou sobre o início das lutas, primeiros combates fora do Brasil, a esperança de assinar com o UFC ainda em 2012 e, claro, sobre a única derrota sofrida na carreira para Ian McCall.
Blog Nocaute: Em entrevista recente ao blog Nocaute, Dedé Pederneiras (líder da Nova União) confirmou que seu nome está entre os que podem entrar na categoria dos moscas do UFC. Mas antes a organização quer ver como se comporta a categoria , por isso está trazendo alguns atletas dos galos do próprio UFC. O que você acha?
Jussier Formiga: É isso mesmo. Eles querem aproveitar os mais “levinhos” da categoria do Renan Barão (galos). Tem o Demetrious Johnson, Joseph Benavidez, mas tem lutadores que possivelmente vão se estabilizar. Se isso acontecer, tem uma galera grande que vai descer ainda.
Blog Nocaute: Como quem, por exemplo?
Jussier Formiga: O próximo adversário do Barão, Scott Jorgensen, pode ser mais um nome. Acho que os que vão descer são os que têm menor tamanho. Charles Valencia é um que talvez desça. Acho que não vão descer muitos, mais uns três ou quatro. Fora outros talentos que estão espalhados como Ulysses Gomez, que luta no Tachi Palace Fight, o Dustin Ortiz, o Darrell Montague, Mamoru Yamaguchi, que já foi campeão do Shooto, o “BJ” Kojima. Quer dizer, é uma categoria repleta de estrelas. Por falta de talentos é que ele não vai se firmar. Acho que quando as lutas acontecerem no dia 3 de março os caras vão ficar impressionados. Eu sempre sou otimista e acho que os caras vão ficar chocados porque as lutas foram muito bem casadas. (Ian McCall luta com Demetrius Johnson e Joseph Benavidez pega Yasuhiro Urushitani).
Blog Nocaute: E o que você acha de Ian McCall e Demetrious Johnson?

Jussier Formiga: Ian é um cara bom, perdi para ele na final do Tachi Palace Fight 8. Ele é wrestler, não é um striker, mas troca bem. Demetrious Johnson é um cara fora de série. Acabou de lutar com o Dominick Cruz pelo título.
Blog Nocaute: Você é considerado um dos melhores do mundo pelo site Sherdog. Possivelmente, no meio desses lutadores, pode ser que haja uma vaga para você?
Jussier Formiga: É... há uma boa possibilidade, mas deixo tudo nas mãos de Deus. Ele sabe todas as coisas.
Blog Nocaute: Voltando um pouco no tempo, como surgiu a oportunidade de lutar fora do Brasil?
Jussier Formiga: Primeiro surgiu a oportunidade com o Dedé (Pederneiras). O matchmaker do Tachi Palace Fight, Jeremy Luchau, entrou em contato com o Dedé. Eles acertaram a negociação, mas Lucahu esqueceu de acertar os detalhes do visto e todos sabem que se não tiver como a documentação completa, é muito complicado entrar nos Estados Unidos, principalmente se for visto de lutador. Então, ele mandou só uma carta convite para o Dedé para que eu tirasse o visto como turista e eu não entendi o por quê. Resultado: meu visto foi negado. Aconteceu tudo que eu já imaginava que fosse acontecer porque é preciso tirar visto de trabalho. Depois disso, deu uma esfriada na proposta do Tachi.. Na segunda tentativa, no começo de outubro de 2010, eu já estava com um empresário, que entrou em contato com Luchau e ele disse que providenciaria tudo. Dessa vez, deu tudo certo. Foi perfeito. Tirei o visto, fui ao Consulado. Depois disso, tive a primeira luta marcada no Tachi contra Danny Martinez, no dia 2 de dezembro de 2010.

Blog Nocaute: E como foi a preparação para a luta?
Jussier Formiga: Foi meio engraçado como tudo aconteceu. 39 dias antes da luta, eu quebrei o nariz treinando com Renan Barão e imaginei logo que não poderia lutar. Então foi um corre-corre. Mas Jair (Lourenço, líder da Kimura no RN) foi um paizão para mim. Ele disse: “Guerreiro, bote na cabeça que você vai lutar”. E assim foi. No outro dia já fiz a cirurgia que demorou 40 minutos, no outro dia tive alta, passei uma semana como curativo e depois voltei a treinar. Mas uma semana antes da luta, sofri uma pancada no nariz de novo e começou a sangrar. Me recuperei e tava tudo certo. Se sangrasse o nariz na hora da luta eu ia até o final. Depois disso tudo viajei para Los Angeles para resolver toda a burocracia da papelada, exames médicos e fui para Lemoore, cidade do Cassino onde as lutas ocorrem.
Blog Nocaute: Como você se sentiu na sua primeira luta nos Estados Unidos?
Jussier Formiga: A luta foi boa. Já tinha lutado no Japão, mas lutar na América é complicado. Você fica na tensão, não era nervosismo, mas você fica na adrenalina. Por causa disso, não consegui soltar meu jogo em pé como queria. Fiz mais wrestling e venci os três rounds por decisão unânime. Já a segunda luta já foi valendo o título do Tachi contra Ian McCall. Eu sei que uma coisa não justifica a outra, mas uma luta foi muito em cima da outra. Enfrentei Martinez em dezembro de 2010 e eu fevereiro de 2011 já fiz a luta com ele. Fiz uma luta boa, mas assistindo hoje vejo que pequei em algumas coisas. Venci o primeiro round, ele venceu o segundo e, no terceiro, acho que o mais justo seria um 10 a 10 porque nem eu bati nele nem ele me bateu, mas no final da luta ainda consegui uma queda. Foi aí que eu coloquei uma coisa na minha cabeça: vou enfrentar Ian de novo. Seja em qualquer lugar, no Tachi, em qualquer outro evento do mundo. Acho que antes de encerrar minha carreira vamos lutar ainda.

Blog Nocaute:A derrota ficou atravessada?
Jussier Formiga: Ficou, sim. No final do Shooto Brazil 26, quando eu defendi o cinturão contra Michael Costa recebi o convite de lutar no Tachi contra McCall, valendo o cinturão e eu fiquei muito super-animado. Eu ia devolver a derrota perfeito. Mas dois dias depois eu recebi a notícia que não daria tempo de tirar meu visto até eu chegar nos Estados Unidos. Fiquei deprimido, fiquei mal, mas entreguei nas mãos de Deus. Ele sabe a hora e está desenhado lá em cima.
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Blog Nocaute: Já existe a data de uma nova luta?
Jussier Formiga: Estou com a proposta de lutar pelo título do Tachi Palace Fight no final de fevereiro ou março. O cinturão ficou vago porque McCall foi contratado do UFC. Ninguém me disse com quem eu vou lutar, mas acho que poderá ser contra Ulysses Gomez ou Dustin Ortiz. Acho que lutar contra qualquer um dos dois seria muito bom.
Blog Nocaute: Você falou que a luta contra McCall foi muito em cima do combate contra Martinez. Qual o seu tempo ideal de preparação?
Jussier Formiga: Acho que todo lutador tem um tempo certo para a preparação. Acho que você precisa de, no mínimo, de dez a 14 semanas para fazer o treinamento correto. Mas às vezes acontece de fazermos o camp de sete semanas, porém acho pouco tempo. Em sete semanas você não está 100% para lutar. Acho que o mais certo seria 12 a 14 semanas. Meu corpo reage bem assim e acho que seria um bom tempo para os lutadores. José Aldo e Anderson Silva sempre treinam dentro dessa média. No meu caso, não pude rejeitar porque tinha acabado de ser contratado pelo evento. Se eu nego, só iria lutar um ano depois e ficar um ano parado para qualquer lutador é muito complicado. Muito mesmo.
Blog Nocaute: Por que?
Jussier Formiga: Por trás de todo lutador tem uma equipe. O lutador não é só ele. Ele só apenas quando fecha a porta do octógono, mas ainda assim tem os treinadores para orientar. Na real, o lutador é acobertado pela grande equipe. Vai do coach até o sparring. Você nunca deve ser egoísta.
Blog Nocaute: Muitos lutadores brasileiros se queixaram nos últimos anos da arbitragem de eventos internacionais. Um dos exemplos mais claros foi a luta de Jon Jones contra Lyoto Machida. Ao final da luta, o próprio Jones disse que o primeiro round foi muito confuso para ele. Todos viram que Lyoto “encontrou” Jones diversas vezes, mas o campeão não achou nada e mesmo assim dois árbitros deram a vitória para Jones. Outro exemplo foi a luta de Patrício PItbull contra Joe Warren na final do Bellator em 2010. O que você pensa disso?
Jussier Formiga: Com certeza, Pitbull foi muito injustiçado contra Joe Warren. O americano derrubou muito ele, mas ele massacrou o cara. No mínimo, a luta deveria ter sido empate. Mas eu assisti à luta e vi que não tinha condições de o árbitro dar a vitória para Warren. Mas é aquilo mesmo. Se deixar nas mãos de árbitros americanos, eles vão dar para os da casa. Warren levou uma surra. Por isso que eu tenho um pôster de McCall na porta do meu quarto e acho que Ptibull deve ter uns dez de Warren no quarto dele. No meu caso, no final da luta contra McCall, Jair (Lourenço) entrou felizaço no cage e disse que eu tinha ganho. Disse que dificilmente os caras iam dar para ele. Mas um árbitro votou por mim e dois a favor de Ian. Foi aí que eu aprendi que você tem que fazer lutar que não deem margem para os árbitros. Acho muito inadequado ainda hoje em dia uma modalidade com o MMA ser dirigida por uma comissão de boxe. A única coisa que eles entendem mais ou menos são as quedas, mas não tem conhecimento sobre jiu-jitsu, sobre dar as costas, jogo de chão. É muito estranho.
Blog Nocaute: Você tem o pôster de McCall no quarto? Por que?
Jussier Formiga: Para não esquecer qual é o meu objetivo. Todos os dias quando acordo, olho para ele. Com certeza, não vou esquecer.
Renan Barão quer trocar contra Scott Jorgensen
 Renan Barão está há três semanas no Rio de Janeiro para traçar a estratégia a ser usada na luta contra Scott Jorgensen no UFC 142, que acontece no dia 2 de abril. O atleta de Natal espera trocar durante o combate, assim como arrisco na luta contra Brad Pickett, porém conseguiu a vitória através de um belíssimo mata-leão.
Nesta quinta-feira, o atleta da Nova União esteve na quadra da Mangueira para ajudar a promover o evento do Rio de Janeiro, e aproveitou para cair no samba, e lógico, o PVT estava lá e bateu um papo com a fera, que apesar de ter ganho a faixa preta recentemente, já possui 13 vitórias por finalização na carreira.
Link
MESTRE DOS CAMPEÕES
JAIR LOURENÇO É FORÇA MOTRIZ POR TRÁS DOS GRANDES LUTADORES DE MMA QUE O RIO GRANDE DO NORTE REVELOU EM 2011

Jair Lorenço pega “pesado” com os alunos da Kimura
O ANO DE 2011 não poderia ter sido melhor para os potiguares no UFC. Renan Barão, Gleison Tibau e Ronny Marques venceram todas as suas lutas no evento. Em comum entre os três, além de serem conterrâneos, está o fato de terem ou serem treinados pelo mesmo professor, o mestre Jair Lourenço, um dos fundadores da academia Kimura. Empolgado com o momento vivido por seus pupilos, ele pensa até em voltar a competir este ano e aposta em um potiguar campeão do UFC em 2012.
Dia 28 de maio, Estados Unidos, cidade de Las Vegas. Fazendo sua estreia no maior evento de MMA do mundo, o natalense Renan Barão, de apenas 24 anos, morador do bairro das Quintas derrota o experiente americano Cole Escovedo, por decisão unânime dos árbitros. Quase seis meses depois, no dia cinco de novembro Barão retorna ao octógono, mas agora na Inglaterra para encarar o atleta da casa, Brad Pickett. Mais uma vitória, agora com um mata-leão. Enquanto Renan já chamava atenção por seu desempenho, outro norte-rio-grandense também começava a sua caminhada no UFC. Em agosto, Ronny Marques debutou no octógono mais famoso do mundo. Com 23 anos, o natalense Ronny Marques mostrou toda a sua superioridade contra o tcheco Karlos Vemola, por decisão unânime dos juízes.
Os dois lutadores fazem parte da academia Kimura Nova União e são treinados pelo Mestre Jair Lourenço, que não esconde a empolgação por tudo o que seus atletas conquistaram. “O ano de 2011 foi muito bom para todos.
O Renan (Barão) e o Ronny (Marques) foram muito bem e venceram todos os seus compromissos. Se dedicaram muito nos treinos e os resultados vieram durante as lutas”, destacou. Além dos potiguares que ainda ão da academia, outro ex-integrante da Kimura também ganhou no ano passado. Apesar de já fazer parte do UFC desde 2005, apenas em 2011 Gleison Tibau conseguiu um destaque maior. Em março vitória diante de Kurt Pellegrino. Em maio mais um resultado positivo, quando derrotou Rafaello Oliveira. Já em novembro outra boa luta, agora contra Rafael dos Anjos e a decisão dividida deu a vitória para Tibau.
Jair recordou o tempo em que Gleison passou na Kimura. O local, inclusive, serviu de moradia para o interiorano, que estava vindo de Mossoró. “O Tibau é um cara que batalhou muito para chegar onde está hoje. Lembro que ele morava aqui na academia e isso não é fácil. Ele abdicou de qualquer tipo de mordomia para seguir a carreira de lutador e isso foi uma atitude muito corajosa. Depois foi para o Rio de Janeiro e fez a mesma coisa. Também morou em uma academia”.
Da relação antes muito próxima sobrou apenas o respeito entre os dois. Gleison Tibau foi buscar novos ares. Primeiro para o Rio de Janeiro e depois foi para os Estados Unidos, mais precisamente para a cidade de Miami.
“Hoje apenas nos respeitamos. Quando encontro com ele nos cumprimentamos, mas nada além disso. Infelizmente a Kimura não teve como continuar com o Tibau e ele seguiu o caminho dele”, frisou Jair, que afirmou ainda torcer muito pelo ex-aluno.
“Eu acompanho mais as lutas dos meus atletas, mas nunca poderia deixar de torcer pelo Tibau. É um atleta potiguar e que lutou muito para chegar onde está agora.
Ele vem muito bem na sua carreira e desejo muito sucesso para ele”.
“O JIU-JITSU FOI MINHA ESCOLA”

Na academia, uma “família” de lutadores
A história do natalense Jair no mundo das lutas começou como a grande maioria dos atletas profissionais. Quando criança praticava boxe e karatê, mas foi quando passou a treinar jiu-jitsu, ainda na sua adolescência, que ele encontrou o caminho que gostaria de seguir. “O jiu-jitsu foi minha escola, tanto dentro quanto fora do tatame. Tive a oportunidade de competir profissionalmente e viver apenas disso”.
Como consequência da escolha, em outubro de 1993, Jair Lourenço, junto com mais três amigos de treino, fundou a Kimura Nova União. “Eu, o Kerson, o Bô (Sena) e o Marcelo Jornal, todos ainda faixa azul de jiu-jitsu, resolvemos formar a Kimura, que desde então existe neste espaço”.
O próximo passo era entrar no mundo do MMA, que na época ainda era conhecido como Vale Tudo. Isso ocorreu em 1995 e a academia começou a ganhar destaque no cenário nacional após uma conquista de Jair. “Fui lutar um GP em Recife, que valia uma moto. Venci as três lutas e fui campeão. Depois disso a Kimura passou a ficar mais conhecida”, recordou.
Hoje, aos 37 anos, Lourenço coleciona alguns títulos importantes em sua carreira profissional no jiu-jitsu. Ele foi três vezes campeão mundial e tetra brasileiro.
As últimas conquistas vieram em 2009, quando fez a tríplice coroa, com o Pan-Americano, Mundial e Brasileiro.
Atualmente Jair está aposentado das lutas profissionais. Agora ele se dedica apenas a academia. De uma fala tranqüila fora dos tatames, ele afirma que na hora de cobrar os seus alunos, principalmente aqueles que participam de competições, o bicho pega. “Eu cobro os alunos de maneiras diferentes. Aqueles que fazem esporte apenas por lazer, para manter uma vida saudável, a gente pega mais leve. Mas aqueles que são competidores eu pego no pé mesmo. Tem que ser assim. Se um lutador quer ser campeão ele precisa se dedicar ao máximo, então eu cobro mesmo”, disse. E não é apenas dentro da Kimura que Jair Lourenço cobra os seus alunos. Fora dos treinos e dos ringues ele espera que todos tenham um comportamento exemplar, caso contrário vale aquele velho ditado “a porta da rua é serventia da casa”.
“Eu não admito que um lutador da nossa academia saia por aí brigando na rua. Quando eu fico sabendo que isso acontece eu expulso logo o aluno da academia. Ele pode até chegar a lutar profissionalmente um dia, mas não será pela nossa academia”, afirmou.
Com o MMA ganhando cada vez mais espaço no gosto popular e a procura para aprender artes marciais aumentando cada vez mais, Jair frisou que não existe mais espaço para os “maus elementos” no mundo das lutas.
“Um cara vem, treina por um mês e vai brigar por aí. Depois vem um monte de notícia falando que um lutador da academia tal arrumou confusão. Isso não pode mais acontecer. O esporte está crescendo tanto que não pode ser manchado por pessoas assim”.
DE VOLTA AOS TATAMES
Se o ano de 2011 foi considerado altamente positivo para Jair Lourenço, 2012 tem tudo para ser ainda melhor. Primeiramente pelos planos do treinador em voltar a disputar competições oficialmente, algo que não faz desde 2009. “Estou pensando sim (em voltar a lutar). Tenho me mantido bem fisicamente durante todo esse tempo e realmente existe essa possibilidade”.
O que pode “atrapalhar” é exatamente envolvimento com a carreira dos seus alunos.
“A Kimura me ocupa muito tempo. Além dos treinos existem as viagens que eu faço para acompanhar os atletas. Mas irei estudar essa possibilidade com muita atenção”, comentou.
Se ainda existem dúvidas quanto a sua volta aos tatames, Jair acredita que o este ano o Rio Grade do Norte terá o seu primeiro campeão no UFC. Para ele, 2012 será a vez de Renan Barão conquistar o cinturão da categoria galo.
“O Renan está bem preparado. Ele vai entrar 2012 com tudo, querendo ser campeão. Terá uma luta complicada com o Scott Jorgensen (no UFC 143, em fevereiro), mas acredito que ele vai levar essa. Confio muito que o Renan vai trazer esse título inédito para Natal”.
Além das qualidades técnicas mostradas por Barão dentro do octógono, Lourenço frisou que a simplicidade do atleta fora dos treinos e dos embates é a característica mais marcante do potiguar. “O Renan (Barão) não se esquece de onde veio. Sempre antes das lutas ele vem falar comigo e diz “É das Quintas para o mundo”.
Fonte: Novo Jornal
Jair comemora sucesso da Kimura em Cariri
Pupilo de Jair Lourenço, Yoshinori Morimitsu está no posto de líder da equipe Kimura Nova União na zona do Cariri, no Ceará. Em visita à cidade para um seminário, como faz todo ano, Jair pode notar o crescimento do esporte na região, e credita o fato ao “trabalho de pessoas como Yoshinori Mirimitsu, que adora o que faz”.
“Graças a Deus, a cada ano aumenta bastante o número de alunos no seminário e treinando Jiu-Jitsu diariamente e, graças a isso, podemos vir todos os anos passar um pouco no nosso conhecimento e disciplina para essa galera que tem muita vontade de aprender e muita força de vontade para treinar”, explica Jair, que viu quase 80 atletas lotarem a academia, que fica a 600km de cidades como Fortaleza, Natal e Recife.
Mas não foi só isso que animou o professor. Recém graduado à faixa marrom, Rafael dos Santos e Phellype “Salsicha” Alencar chamaram a atenção de Jair, que crê que “logo teremos grandes atletas aqui do Cariri despontando no cenário nacional no Jiu-Jitsu”.
Mas o “Japa” parece saber explicar de onde vem esse crescimento.
“A nossa força de vontade sempre foi o fator determinante do nosso crescimento. Começamos o nosso projeto em 2000 com apenas dois alunos, hoje temos próximo de 200 guerreiros que derramam suor diariamente nos treinamentos. Estamos sempre viajando a nossa matriz na Kimura de Natal para nos reciclarmos e trocarmos conhecimentos com nossos companheiros de lá”, explica Morimitsu, feliz pela visita de seu mestre.
“É sempre uma grande honra e alegria quando recebemos aqui em nossa casa a visita do nosso Mestre Jair Lourenço, que esta sempre acompanhando de perto o nosso desenvolvimento”, afirma Japa.
Contente, o treinador revela o segredo para o sucesso. “Quanto ao nosso diferencial, diria que é o amor com que tratamos o nosso esporte, o companheirismo e respeito entre os nossos professores e alunos que se emprenham ao máximo para o crescimento do Jiu-Jitsu e da nossa família Kimura Nova União no estado do Ceará, no Brasil e no mundo”, conclui.
Fonte: Tatame
Cigano, Barão, Markes, Johnny e ring girls mostram samba no pé na Mangueira
 A quadra da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, no Rio de Janeiro, recebeu nesta quinta (12) alguns importantes lutadores do UFC, num dos eventos relacionados ao UFC Rio, que acontece neste sábado, no HSBC Arena. Dentre eles, um dos expoentes brasileiros no MMA, Júnior “Cigano” dos Santos. O campeão dos pesados mostrou samba no pé junto a mulatas e a bateria da Mangueira, além de parceiros de Ultimate, como Renan Barão, Ronny Markes e Johnny Eduardo. O campeão dos meio-pesados, Jon Jones, era esperado, mas não compareceu por não conseguir vôo para o Brasil.
Além dos atletas, as belas ring girls Arianne Celeste e Chandella Powell visitaram a quadra , e todos tiveram contato com o público, em sua maioria vindo do morro da Mangueira, pacificado com uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora). A imprensa também compareceu em peso, inclusive, claro, o PVT, que disponibiliza neste link uma galeria de fotos do dia de carnaval antecipado para as estrelas do UFC. Também confira aqui um vídeo com a galera sambando animada.
Veja mais nos links:
Fonte: PVT
Fonte: Tatame
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